Being Erica


É a série que tenho andado a ver nos últimos tempos.
Nesta série, a protagonista, Erica Strange, faz uma terapia fora do normal com o Dr. Tom através da qual viaja no tempo para reviver e resolver certos momentos da sua vida que fazem agora parte da sua lista de arrependimentos. Ao fazê-lo aprende também a lidar com as situações actuais da sua vida.
É uma série divertida, com algum drama à mistura, e interessante, porque faz-nos pensar como é que reagiríamos em determinadas situações ou então que às vezes não lidamos da melhor maneira com elas.
Recomendo :)

Aqui fica uma música que aparece na 2ª Temporada interpretada por um personagem, Kai Booker, que é na realidade Sebastian Pigott e que juntamente com o seu irmão Oliver formam a banda The Pigott Brothers.


The Pigott Brothers - Alien Like You

Once upon a time


Princess of China - Coldplay

(Versão acústica)

E só de pensar que há quase um ano atrás estava a vê-los ao vivo entre muitas cores, borboletas e fogo de artifício.

Pessoas inspiradoras

Homem sem pernas sobe o Kilimanjaro e redefine o 'impossível'

David Johnson, Spencer West e Alex Meers no Pico Uhuru (ponto mais alto do Kilimanjaro)

Spencer West nasceu com uma rara desordem genética, doença que ditou que lhe fossem amputadas as pernas com apenas cinco anos de idade. Apesar dos avisos dos médicos que, avisaram os pais de que o filho «nunca faria grande coisa da sua vida», Spencer provou que a herança genética não lhe traçou o destino e subiu o Kilimanjaro utilizando…as mãos.
Aos 31 anos, Spencer West dá palestras sobre motivação, é activista e continua a desafiar a previsão dos médicos, desta vez, ao escalar em sete dias uma montanha que, por ano, reclama a vida de 10 escaladores. No seu blog – Possible Redefined – descreve o momento em que alcançou o cume de quase seis mil metros do Monte Kilimajaro, na Tanzânia, como um daqueles na vida em que tudo vale a pena: «A montanha que eu tinha prometido ao mundo que escalaria estava ali. Os dedos sangrentos e as feridas valeram a pena».
A escalada de sete dias foi feita na companhia dos seus melhores amigos, David Johnson e Alex Meers, e levou-os através de terrenos, primeiro rochosos, e, por fim, gelados que Spencer atravessou caminhando sob as mãos. A cadeira de rodas especialmente desenhada para West foi usada em apenas 20% do caminho, já que o piso acidentado pouco permitiu a sua utilização.
Com esta iniciativa, West, norte-americano residente no Canadá, conseguiu angariar meio milhão de dólares para um projecto da ONG Free the Children, que tem como objectivo levar água potável e esgotos até às escolas e aldeias do Quénia.
O trio alcançou o Pico Uhuru - ponto mais alto do Kilimanjaro - no domingo, depois de uma escalada de sete horas. Ao subir ao cimo deste antigo vulcão que se ergue no meio da savana da Tanzânia Spencer West parece dar razão ao slogan de uma famosa marca de artigos desportivos: 'Impossible is nothing!'.
Homem sem pernas sobe o Kilimanjaro e redefine o 'impossível' (21 de Junho de 2012). SOL online


São estas coisas que nos fazem ver que o que nos limita é a mesmo a nossa mente.
E nós deixamos que nos limite, deixamos que nos corte os sonhos e esperanças porque não acreditamos serem possíveis.
Às vezes são os outros que nos dizem não vais conseguir, mas a maior parte das vezes somos nós que o fazemos, e com isso conseguimos ser o nosso próprio inimigo.
É preciso acreditar em nós próprios, nas nossas capacidades e nos nossos sonhos. Só assim podemos chegar aonde queremos e, tal como o Spencer, podemos redefinir o possível.
Ele subiu ao Kilimanjaro, sem pernas, conseguiu-se superar física e psicologicamente e fê-lo por uma causa, para angariar dinheiro para ajudar a ONG Free The Children a levar água potável e esgotos até às aldeias e escolas do Quénia.
Ele começou este projecto Redefine Possible devido às palavras de uma menina que conheceu quando fez voluntariado numa aldeia do Quénia uns anos antes. Enquanto olhava para o lugar onde deveriam estar as pernas de Spencer a menina disse: "I didn't know things like this happened to white people, too." Spencer diz que estas palavras mudaram todo o curso da sua vida.
Uma verdadeira lição de vida.

Somebody that I used to know

Custa saber que gostamos de alguém com todo o nosso coração mas que essa não é pessoa com quem vamos partilhar a nossa vida.
Saber que mais tarde ou mais cedo a relação vai acabar.
Mas não o querer admitir porque o que se sente é forte, por pensar que é suficiente para afastar o que já sabemos dentro de nós, it isn't meant to be.
Talvez naquele momento aquela pessoa é tudo o queremos e por quem tudo sentimos.
Mas saber que noutro momento não o será e que isso irá acontecer eventualmente, custa e deita-nos abaixo.
Quando se chega a esse ponto final, a pessoa que conhecemos, com quem partilhámos tudo, a pessoa que amámos passa a ser só alguém que um dia conhecemos bem.
Custa, é claro que custa, e faz muita confusão, mas tinha de acontecer e é preciso saber pôr um ponto nesse capítulo, guardar as boas memórias e andar para a frente.


Tall Ships Races Lisboa





Já sabiam disto?
Imaginem só estes grandes veleiros iluminados à noite e com Lisboa e o Tejo como pano de fundo!
Lisboa é um dos 5 portos desta grande regata e vai receber, de 19 a 22 de Julho, 60 Tall Ships e 5000 tripulantes. Para além da grande atracção que são estes veleiros haverá ainda muita animação cultural e concertos.  
Tenho a certeza que este será um evento incrível e a não perder, por isso passem a palavra e vamos todos embarcar nesta aventura!

Querida Amy


A companheira das minhas horas de estudo.

(Esta música deixa-me arrepiada, talvez porque fala de uma verdade que sinto dentro de mim)


Não gosto de dias como o de hoje, em que faltam palavras e sobram silêncios.

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